Aos eleitores …

Acredite que o seu Voto é importante e que pode definir o futuro do seu país !!

Contagem Regressiva para as Eleições 2018

Aos candidatos …

Acredite que seu desejo em ajudar seu povo é um compromisso de vida ou de morte!!

Sé entre neste jogo de poder ser for para promover a esperança e a vida ... sempre !!!

Inicialmente é preciso conceituar diferentemente marketing político e marketing eleitoral.

Marketing Político

O marketing político é um conjunto de técnicas e procedimentos que tem como objetivos adequar um candidato/candidata ao seu eleitorado potencial, procurando fazê-lo, num primeiro momento, conhecido do maior número de eleitores possível e, em seguida, mostrando o diferencial de seus adversários, obviamente em melhor posicionamento.

Adequar o candidato/ candidata ao seu eleitorado potencial significa, basicamente, saber o que pensam e o que querem os eleitores em determinado momento.

A partir dessas informações é possível compatibilizar o discurso do candidato/ candidata com os anseios do eleitorado, fazendo com que se posicione de acordo com as preocupações da sociedade, sem contrariar sua história política.
O marketing político é algo mais permanente e está relacionado com a formação da imagem em longo prazo.

Marketing Eleitoral

“O marketing eleitoral consiste em implantar técnicas de marketing político e comunicação social integrados, de forma a conquistar a aprovação e simpatia da sociedade, construindo uma imagem do candidato que seja sólida e consiga transmitir confiabilidade e segurança à população elevando o seu conceito em nível de opinião pública.”

O marketing eleitoral abrange todas as técnicas de comunicação disponíveis no mercado, iniciando-se por um trabalho de pesquisa e sondagem, que irá nortear a construção da espinha dorsal da comunicação eleitoral como um todo e do projeto de marketing político definido com a nossa agência.
O projeto apresentado de marketing eleitoral preocupa-se, portanto, com a formação da imagem em curto prazo. O fato crucial é o tempo. Assim, os candidatos precisam desenvolver um trabalho contínuo e sistemático de formação de imagem, objetivando aumentar seu poder de influência sobre o eleitor na decisão de voto.

Mas como iniciar de forma adequada as diferentes estratégias?

Vivemos nesta campanha eleitoral de 2018 a maior entrada de candidatos novatos da história, buscando seu espaço com os que querem a reeleição do seu mandato. 

POLÍTICOS EM REELEIÇÃO

Portanto, para os atuais políticos a estratégia para formação da imagem positiva inicia-se no marketing político como pré candidatura eleitoral, pois ele tem sua estrutura atual política para utilizar e mostrar as ações e planos executados durante a sua prestação política de serviços.

Construída esta estratégia segue-se no Marketing Eleitoral no período curto permitido, fortalecendo as bases eleitorais existentes e buscando a intenção de votos de novos eleitores. Desta forma é construída um ciclo de construção crescente de imagem, ampliando o espaço político através da aceitação popular, ou seja, a diminuição do índice de rejeição, se houver, do candidato ou candidata.

Por razões de confidencialidade e contrato, não expomos os trabalhos realizados com vereadores, deputados estaduais e federais que nosso time está envolvido, mas sinta-se bem a vontade em fazer contato para descobrir o que podemos fazer para construir sua presença online/digital de sucesso.

CANDIDATOS NOVOS NA POLÍTICA

Já com os novatos na disputa do “pleito eleitoral” o que podemos esperar e fazer?

Antes cabe um parênteses importante, pois devido a atual conjuntura do Brasil Político, muitos militares e policiais das forças de segurança estão se posicionando como pré-candidatos, defendendo em sua maioria a questão de segurança pública.

Em outros “fronts de batalha” há projeção de filhos e parentes de atuais políticos para ocuparem cargos da vida pública, fortalecendo suas bases político-partidárias e suas ideologias.

Seguindo de forma não explícita na grande imprensa, mas com força para fazerem a diferença, estão as mulheres e homens líderes em suas comunidades e que já fazem um trabalho político-social mas sem a vinculação de Sigla Partidária ou viés político. Simplesmente fazem o que seus sentimentos e recursos permitem de serem feitos.

Para estes perfis de candidatos a estratégia é colocar em evidência as ações que já são capazes de executarem de melhor, em prol de um grupo social local, porém com muito maior abrangência e resultados se eleitos forem.

Por isso a importância de avaliarmos os perfis dos interessados e ponderar se eles realmente são (não escrevi estão de propósito) com as bases necessárias para criarmos condições de atrair interessados em depositar a sua confiança através da escolha do voto. Se eles são o que o povo precisa, nós criamos as condições para terem esta base necessária, através de toda a expertise que temos e os recursos aportados para este Plano de Ação.

Qual o papel do Eleitor neste processo?

O eleitor de um modo geral não está inclinado a acreditar no que os políticos têm a dizer sobre corrupção, pobreza, emprego e justiça social.
Este discurso não mobiliza mais a sociedade por que está desgastado. Pois o que mais se tem, hoje, no Brasil é corrupção, pobreza, desemprego e injustiça social. 

Portanto, é um discurso que soa falso, ninguém acredita mais.
Entretanto, existe o final de uma ERA, o momento jurídico novo, um povo mais politizado, etc… Sempre há o que expor como possível melhora diante de uma possibilidade.

Surge assim as possibilidades de novas abordagens desses temas.
Uma boa comunicação entre os eleitores e o candidato pode iniciar uma relação de compreensão discursiva (suas propostas faladas de forma clara) e desencadear uma crença nos novos ou já conhecidos valores do candidato, criando assim, uma interação eleitor-candidato.
Esta interação é de fundamental importância para que haja um efetivo controle do diálogo por parte do candidato, pois do contrário não haverá empatia do discurso deste candidato com seu público-alvo, ou seja, o segmento escolhido
para direcionar a sua campanha, o que vulgarmente se considera reduto eleitoral.

Portanto, é necessário que o candidato, tanto ao cargo executivo como legislativo, preocupe-se com a divulgação de suas crenças e de seus valores com intenção de criar uma conexão emocional e racional, sendo totalmente intencional para a busca da empatia com as necessidades e desejos do eleitor.
Se for correto afirmar que a maioria das pessoas não confia nos políticos (e isso se deve ao processo democrático, portanto, uma variável que os políticos precisam se acostumar e empenhar esforços para revertê-la, e aí num esforço coletivo das instituições governamentais para diminuir esta rejeição), é correto, também, afirmar que todas as pessoas sonham e querem um líder em quem possam acreditar. 

Essa renovação de crenças sempre acontece e mais agora com o país querendo olhar de perto tudo que acontece e fazer parte de uma reconstrução do que temos em mãos para fazer.

Assim, o candidato deve fazer o eleitor sonhar e deve esforçar-se para corresponder às expectativas deste eleitor, cumprindo com suas promessas de campanha.

O eleitor por sua vez deve investir tempo em conhecer os candidatos, suas histórias, propostas e se seu perfil é o mais adequado para o cargo político proposto, formando opinião, contagiando outros no sentido de entregar seu VOTO de confiança no candidato que representará seus anseios como cidadão e de todos que nele depositarem seus votos.

Confiar, acompanhar, fiscalizar, exigir e fazer valer seu poder com o voto.
Este é o papel do ELEITOR consciente.

A conquista de cada Voto !!

Vamos agora a reflexão do voto, que é conseqüência de um processo. Este processo se dá à medida que a campanha se inicia, ou seja, o candidato vai emitindo ou compartilhando o seu discurso, nas diversas formas possíveis e o eleitor vai construindo a sua imagem do candidato. 

Vai comparando a plataforma defendida pelo candidato e as suas aspirações como cidadão.
Esta relação dura o período da campanha eleitoral, portanto, o eleitor vai amadurecendo e se alterando durante a campanha, ele vai questionando e se identificando com algumas questões e se incompatibilizando com outras.

No final ele se decidirá pelo candidato que mais compatibilidade apresentar com suas aspirações sociais, ou seja, aquele que se aproximar mais da possibilidade de realizações de seus sonhos para o futuro.

Portanto, indiscutivelmente o candidato deve ouvir o eleitor e na medida do possível compatibilizar o seu discurso com as necessidades e desejos do eleitor. Este ouvir significa manter uma assessoria permanente de pesquisa quantitativa e qualitativa de sua campanha.

É imprescindível que o candidato saiba que a linguagem de marketing político é diferente. 

É necessário criar mecanismos que possibilitem levantamentos de opinião pública, ou seja:
a. Avaliação de como a sua mensagem está sendo interpretada;
b. Qual a percepção que o eleitor tem em relação ao candidato e suas propostas.

É de vital importância para o político saber que a campanha política trabalha com os espaços emocionais do eleitor, despertando a fé e a esperança das pessoas.

Portanto, é necessário agrupá-las em torno de um ideal de vida e de um mundo melhor. Estes desejos e esperanças estão armazenados no interior, no íntimo das pessoas, no que os especialistas em marketing político chamam de REFÚGIO MÁGICO.

É importante salientar que a emoção se constrói a partir do racional para o emocional. Por isso o discurso do candidato deve ser consistente, moderno, atual e sintonizado com as expectativas do eleitor.

O candidato precisa manter um bom relacionamento com os formadores de opinião pública, que no caso do marketing político é diferente dos formadores de opinião do marketing empresarial, quais sejam os barbeiros, os cabeleireiros, jornaleiros, professores, jornalistas, lideranças comunitárias, e assim por
diante.

O fator principal do formador de opinião é a imagem do candidato. 

Atualmente são cinco os fatores importantes na formação da imagem do candidato, e esses fatores mudam conforme a interferência dos discursos emitidos nos espaços públicos que criam uma cultura circulante e que influenciam os eleitores através dos meios de comunicação de massa, quais sejam:

1. O candidato/candidata ser um homem/mulher simples;
2. O candidato/candidata ser um homem/mulher chave na sociedade, com uma história de lutas e conquistas;
3. O candidato/candidata ser um homem paterno/mulher materna;
4. O candidato/candidata ser um homem herói/mulher heroína, que está enfrentando as questões políticas atuais; 
5. O candidato/candidata ser de uma família com a herança deste homem  ou mulher descritos acima.

Porém um alerta claro que fazemos na entrevista de qualificação para nosso trabalho é que na construção da imagem do candidato é muito simples montar um texto que o eleitor queira ouvir e ver nas imagens, mas que o candidato precisa ser o que for apresentado.

Até mais que isso, ele precisa ter uma liderança natural em seu meio, onde pessoas o admiram pelo que ele representa da forma coletiva de viver.

Não precisa ter conhecimento em gestão ou liderança, pois este papel cabe aos profissionais em Coaching da nossa equipe, mas fica para nós como algo empolgante explorar o que está nativo dentro do candidato, colocando em expressão real e que se manterá em todos os anos seguintes.

Considerações e Pontos Finais

A pré campanha política que realizamos neste momento e em breve a Campanha Eleitoral é construída para ter forma e conteúdo. Para isso o candidato precisa eleger alguns temas que considera importante, a partir da pesquisa feita junto ao seu público-alvo, e trabalhar estes temas de forma consistente na memória do eleitor.

A missão é ocupar o maior share-of-mind possível junto ao eleitor escolhido.
O candidato deve procurar usar uma linguagem simples, acessível, não usar linguagem grifada ou rebuscada, ou seja, falar de coisas que o eleitor não entenda.
Nenhum eleitor gosta de participar de um jogo onde ele não conhece as regras, ou pertencer a um grupo de pessoas onde ele não conhece todos os fatos.

Onde há segredos o eleitor sente-se excluído, rejeitado. 

Pertencer a um grupo de eleitores de determinado candidato deve soar como pertencer a um seleto grupo de pessoas que sabem escolher, que são conscientes, que estão construindo uma nova ordem das coisas, um novo modo de construir o futuro.
As promessas do candidato devem ter conteúdo consistente, deve resistir a um debate e deve possibilitar aos seus cabos eleitorais desdobramentos nas discussões, não pode deixá-los sem argumentos na defesa das idéias do candidato.

Portanto, é preciso não somente fazer soar como verdade como SER REALMENTE VERDADE o que o candidato diz, tanto no que tange a mídia, como no que tange aos multiplicadores de opinião pública e os cabos eleitorais. 

Precisa haver uma harmonização estratégica em torno do candidato.
O discurso deve ser bem elaborado para que nosso trabalho na campanha esteja sempre bem coordenada. Possuir uma unidade de discurso, de símbolos utilizados nas peças publicitárias e direcionamento coerente à satisfação das necessidades e desejos dos eleitores. São fatores decisivos para se obter resultados positivos nas campanhas eleitorais, pois o candidato quando não eleito, deve pelo menos sair de uma campanha sempre com a imagem melhor posicionada do que quando entrou nela.

E para finalizar é importante observar alguns pontos imprescindíveis para o candidato, quais sejam:

A televisão e os canais de vídeos digitais (Youtube, Facebook, Instagram) são belíssimos veículos que trabalham a emoção do ser humano, por isso o marketing político deve usá-la como tal. 

Nunca use os vídeos com entonação dissonante, mas fale dos temas de forma sintética.
Os vídeos são veículos de conversa de cochicho e não de discursos longos, enfadonhos, redundantes.

O que a imagem está mostrando não é necessário descrever, apenas reforçar de forma simples e resumida.
Os vídeos devem ser usados de forma a despertar a emoção, de forma didática. Deve mostrar imagens otimistas, alegres, próximas ao eleitor. O candidato deve ter em mente que ele está ocupando um espaço nobre na casa do eleitor, no celular, computador ou onde ele estiver conectado. 

Sua consciência é de que naquele momento você está tendo o tempo precioso do eleitor para se expressar, conquistando ou afastando o interesse dele em seu voto.
Explicar seu projeto de trabalho com clareza, simplicidade e em ritmo que o espectador-eleitor entenda sem dificuldades, e sem necessidade de muito esforço, pois ele está diante de um veículo que para ele representa lazer.

O candidato, portanto, está entrando na mente do eleitor, falando através de um veículo que é a internet ou a TV e normalmente num momento de lazer da família. 

O candidato precisa respeitar estes momentos e este espaço.

Aqui cabe ressaltar que o candidato se expõe constantemente em público durante a campanha eleitoral, por isso ele precisa saber exatamente qual o papel da mídia naquele momento. Quais os fatores favoráveis e quais fatores que são contrários a sua candidatura. 

É necessária uma relação simbiótica com a mídia, pois ela pode criar ou destruir um candidato.

Marketing político é bom senso, é preciso saber interpretar as situações apresentadas pelo meio ambiente e refletir sobre as variáveis existentes na tentativa de controlá-las ao máximo, considerando sempre uma premissa básica: nunca contrarie o óbvio.

A ideia preponderante numa campanha eleitoral é fazer o menor número de erros possível. O vencedor será o candidato que menos erros cometer durante a campanha.

Para se diminuir a possibilidade de erro durante a campanha eleitoral é importante criar uma assessoria de campanha com profissionais competentes, pois numa campanha, precisa ser feito uma distribuição adequada entre publicidade, profissionais da imprensa, divulgadores, bases eleitorais e em pesquisa.
É preciso, na medida do possível, envolver a mídia com a campanha fazendo com que ela participe do sucesso do candidato..

Em todas as soluções propostas acima, nossa agência tem 100% de competência para executar na sua campanha ou candidatura. Agora é com você a decisão do que fazer.

Vamos construir um país melhor?

74%

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